Princípios2018-03-28T19:03:25+00:00

Princípios

MAR DE LUMES — Comité Galego de Solidariedade Internacionalista é uma organização galega que trabalha no âmbito da solidariedade internacional, sob estes três princípios fundamentais:

COMBATE
AO IMPERIALISMO

Rechaçamos e denunciamos a ingerência estrangeira, quer em forma de guerra quer atravês de outros meios, menos visíveis e espetaculares, mas igualmente daninhos para os interesses dos povos intervindos. Rechaçamos, portanto, todos os mecanismos pelos que o imperialismo é exercido: desde a NATO até ao FMI, o Banco Mundial, ou aquelas instituições que, disfarçadas de organizações solidárias ou para o desenvolvimento, empregarem a falsa solidariedade como elemento legitimador dos seus verdadeiros objetivos ingerencistas. No conflito entre o imperialismo e os povos invadidos, nós iremos sempre estar com os povos. Com os povos iraquiano, afegão, líbio, sírio, com o conjunto dos povos da América do Sul que decidiram deixar de ser o pátio traseiro dos Estados Unidos e da Europa, e com qualquer outro agredido pelo capitalismo imperialista. É aqui que estamos.

Partido das diferenças entre autodeterminação, independência e soberania e do reconhecimento de que cada povo tem direito à sua soberania plena, apoiamos todos os processos soberanistas das nações sem Estado no mundo, da África para a Ásia e a Oceania, da América para a Europa. No conflito entre os respetivos Estados e os povos que procuram a sua soberania, nós iremos sempre estar com os povos. Com a Palestina, com o Curdistão, com o Saara, com o Wallmapu, com o Quebeque, com Euskal Herria, com a Catalunha, com a Escócia, com a Bretanha, com a Córsega, com a Ocitânia e com tantos outros. Aqui estamos.
É aqui que estamos.

APOIO
AOS PROCESSOS
DE EMANCIPAÇÃO

INTERNACIONALIZAÇÃO
DO CONFLITO NACIONAL GALEGO

Somos uma organização galega de solidariedade. A nossa conceção da solidariedade exerce-se horizontalmente, de um sujeito político para outro. Requer, portanto, correspondência e diálogo. A projeção da causa da Galiza como nação negada pelo Estado espanhol é o terceiro ponto de apoio essencial da nossa organização. Porque é o facto de sermos um país espoliado e intervindo que nos dá o particular ponto de vista necessário para compreendermos em toda a sua dimensão a necessidade de tecermos redes solidárias e de explicarmos ao mundo que existimos, que não queremos continuar invisibilizados. É aqui que estamos.

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